ago. 7, 2014
kiyoshi-yamaguchi:

Photography - People help the people
© Kiyoshi Yamaguchi.

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Photography - People help the people

© Kiyoshi Yamaguchi.

jun. 5, 2014

Assis, 05 de junho de 2014

Oi, Fe

Tudo bem?

De repente me surgiu uma vontade imensa de falar contigo. Não temos nos comunicado ultimamente, pelo menos não de forma concreta. Eu acho bonito trocar pensamentos também, mas de vez em quando preciso mesmo falar.

Nós já passamos por quantos invernos? As pessoas costumam contar primaveras, mas acho que essa estação não combina muito comigo. E as pessoas costumam achar isso muito triste, mas é que eu realmente gosto do frio. Talvez a temperatura seja mesmo um reflexo do nosso comportamento… Então, o inverno é perfeito. As pessoas se abraçam mais no inverno. As pessoas desejam amar mais no inverno. As pessoas ficam mais carentes no inverno. E… a gente costuma generalizar mais no inverno, não é mesmo?

Às vezes penso em todas as interrogações que coloco pra você, e fico reflexiva, pensando quantas delas você já me respondeu. Mas a questão não é sempre se somos respondidos ou não, mas o nosso processo pra chegar a pergunta certa, né?

Talvez seja. Talvez eu só me iluda. É que também é preciso. Se iludir. Se não a gente vive de conclusões e a vida não tem sabor assim. Gosto do sabor de café adoçado, e pode ser que isso diga algo sobre mim. Será? Gosto de previsões. Adivinhas. Análise dos astros e essas baboseiras. Pra mim fazem sentido e talvez um pouco do que busquemos nessa vida seja aquilo que faz sentido.

Me interrompo por aqui, porque as obrigações me chamam. E por que não quero que você se canse de mim. Ainda devo ter tanto para te dizer. Ou tão pouco, mas é a comunicação que conta, não?

Eu te amo e estou com saudades. Espero que você esteja realmente bem. Profundamente realizado e contente. Eu estou em processo de estar. E as coisas com o tempo se amarram. Assim como nossos destinos se amarraram. Assim como nos encontramos.

Um beijo sabor café adoçado, sempre

Priscila Yamaguchi

fev. 26, 2014
Brasil <3

Brasil <3

(Fonte: ohanamei, via ohanamei)

fev. 18, 2014
anonymously-mysterious:

"When I fall in love, I’ll be so into it…To to the point of losing my reason."- Choi Seung-Hyun / T.O.P


He REALLY said that? omg

anonymously-mysterious:

"When I fall in love, I’ll be so into it…To to the point of losing my reason."
- Choi Seung-Hyun / T.O.P

He REALLY said that? omg

(Fonte: facebook.com, via muse-and-reality)

fev. 5, 2014

Assis, 05 de fevereiro de 2014

Boa noite, Fe

Sem rodeios. Porque já basta os rodeios que dou em torno de mim mesma por conta das tantas dúvidas que encontro pelo caminho. Como somos influenciáveis, não? Passamos o tempo todo por momentos de influência que nos fazem agir de modo x ou y, escolher a direita ou a esquerda. Mas essas são apenas observações, nada de inovador.

Como posso ser inovadora? Todos já disseram tudo o que eu queria dizer. Só não falaram ao pé do teu ouvido, como eu falo. E nem criaram as mesmas palavras, nas mesmas posições, como eu faço. Mas é ser petulante demais achar que por exceção eu ganho alguma graça. Sou seca, nada doce, pó. Eu tento ser leve, e me deparo com as portas, com as janelas, com as paredes. Tudo me barra. Ao mesmo tempo, ficou pousada pelas estantes, pelas calhas, perdida no meio fio.

Olhares dizem muito, e falam mais que a boca. Dizem que eu observo e me atenho: como é medíocre. Será eu que não vejo? Será o outro que faz? Essas perguntas eu deixo em aberto, para daqui há uns anos retomar e pensar se tenho alguma resposta concreta. Você entende?

Me busco, me perco. Me entendo, não vejo. Calha de ser no mesmo dia em que tudo está um caos e não é possível saber o que é real e o que é sonho, só se sabe que é. E nos vemos nos outros, não? Mais do que na íris do olho, a feição nos reflete. O olhar, sobretudo, absorve. E somos consumidos. Estou exausta.

Que seja tudo o que for e que seja.

Um beijo, levado pelo vento, carregado de pó,

Priscila Yamaguchi

jan. 18, 2014
She &lt;3

She <3

(Fonte: daydreamingallthetimee)

jan. 11, 2014
Fe,
A vida já era tão complicada assim quando você percebeu que vive?
jan. 11, 2014
dez. 17, 2013

Assis, 17 de dezembro de 2013

Tá acabando o mês, Fe

E eu aqui com a minha vontade de escrever. Com o meu desejo de comunicação em silêncio, só com você, se possível. Sabe que tenho escrito nos momentos de saudade, não tem muito mais o que dizer. Eu só transbordo agora assim. As tristezas estão adormecidas, fossilizando, tudo ficando mais duro que pedra. Não é ruim. Eu tenho amado, eu só não sei mais falar de amor. De vez em quando as palavras nos deixam na mão, não é?

As palavras tem me deixado. Já faz um bom tempo. Os sonhos de escrita não permanecem. Apesar de todas as escolhas até hoje terem girado em torno do desejo de escrever, não tenho mais aquele ímpeto de pegar um bloquinho e rabiscar qualquer coisa à toa. Qualquer meia frase que vira texto.

Esse é o meu primeiro natal longe de casa. Eu espero não reter as lágrimas, já faz muito tempo que não choro. Sei que você me entende, seu olhar é quase um afago. Mas não preciso disso agora. Um abraço tem sido meu conforto. Na manhã, antes do café. Na tarde, depois do beijo. Na noite, depois do “boa noite, meu amor”. E, hoje, é esse afago que recebo e dou de bom grado.

São só desconexões que jogo no teu colo. Acho que estou crescendo…

Eu tenho uma prova amanhã, preciso estudar. Eu tento escrever, ok? Não disse nem metade do que gostaria… Mas, não sei bem como dizer, também.

De alguém que sente falta da chuva e da sombra,

Priscila Yamaguchi

dez. 3, 2013
A alma também amadurece.
dez. 3, 2013
olympia-lee:

The three wise monkeys are a pictorial maxim. Together they embody the proverbial principle to “see no evil, hear no evil, speak no evil”. The three monkeys are Mizaru, covering his eyes, who sees no evil; Kikazaru, covering his ears, who hears no evil; and Iwazaru, covering his mouth, who speaks no evil. Sometimes there is a fourth monkey depicted with the three others; the last one, Shizaru, symbolizes the principle of “do no evil”. He may be shown covering his abdomen or genital area, or crossing his arms.  There are various meanings ascribed to the monkeys and the proverb including associations with being of good mind, speech and action.
The philosophy behind the symbolism of the monkeys is said to have come to Japan from a Tendai-Buddhist legend that use the monkeys to represent man’s life cycle.  The proverb of “see no evil, hear no evil, speak no evil” is called the “Golden Rule” in Japan and earlier depictions of the proverb show the monkeys with the six-armed deity Vajrakilaya teaching the Buddhist philosophy that is we do not hear, see or talk evil, we ourselves shall be spared all evil.
In many interpretations they are seen as a way to avoid spreading evil and are used as a symbol to remind of protection, harmony and peace in the home.

olympia-lee:

The three wise monkeys are a pictorial maxim. Together they embody the proverbial principle to “see no evil, hear no evil, speak no evil”. The three monkeys are Mizaru, covering his eyes, who sees no evil; Kikazaru, covering his ears, who hears no evil; and Iwazaru, covering his mouth, who speaks no evil. Sometimes there is a fourth monkey depicted with the three others; the last one, Shizaru, symbolizes the principle of “do no evil”. He may be shown covering his abdomen or genital area, or crossing his arms.

There are various meanings ascribed to the monkeys and the proverb including associations with being of good mind, speech and action.

The philosophy behind the symbolism of the monkeys is said to have come to Japan from a Tendai-Buddhist legend that use the monkeys to represent man’s life cycle.  The proverb of “see no evil, hear no evil, speak no evil” is called the “Golden Rule” in Japan and earlier depictions of the proverb show the monkeys with the six-armed deity Vajrakilaya teaching the Buddhist philosophy that is we do not hear, see or talk evil, we ourselves shall be spared all evil.

In many interpretations they are seen as a way to avoid spreading evil and are used as a symbol to remind of protection, harmony and peace in the home.

dez. 3, 2013

(Fonte: marianasamoraes, via meeleva)

out. 4, 2013

(Fonte: room-505, via estrelejar)

set. 27, 2013

(Fonte: myblueorigami)

set. 4, 2013
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Sobre
Priscila Yamaguchi Leal. 20 anos. Natural de São Paulo, passageira em Assis. Tenho vocação para várias coisas, mas escolhi um caminho. Aluna do curso de Letras na Unesp/Assis - Faculdade de Ciências e Letras. Beletrista por natureza. Palavras. Palavras são as quais eu não sei viver sem. Palavras, provavelmente são meu talento. E como já disse Clarice Lispector "Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir." Meus pais são divorciados. Tenho um meio-irmão, por parte de pai. Noventa por cento do tempo eu estou passando por algum problema, por uma situação incomoda ou de extrema felicidade. Eu sou intensa. Sou tudo ao extremo. Eu vivo na beirada de um abismo sem fim, meus sentimentos são ponta de precipício. Tudo muda, o tempo todo, e tenho aprendido a conviver com isso a cada dia que passa, e me sinto grata por ser alguém melhor hoje ao entender essas situações. Eu acho errado falar tão descaradamente sobre mim, porque de fato a magia está em me conhecer. E as pessoas não tem o privilégio de me conhecer assim, de pronto. Leva tempo, leva tato, leva sabedoria e paciência. Me conhecer é mais do que saber sobre as minhas manias ou os meus sonhos, saber quem eu sou significa reparar nos meus mínimos detalhes,aqueles que me constroem, o meu dia-a-dia. Eu tenho amigos... poucos, mesmo. Colegas eu tenho de monte. Apreciadores? Talvez alguns. Paixões eu tive a minha vida inteira, e continuarei a ter. Minhas paixões não se resumem só a pessoas, mas a coisas e momentos, a tudo. Sou uma eterna apaixonada. Mas, acima de tudo, eu sou prática. Meus dramas são novelescos. Minhas declarações são românticas. Minhas risadas escandalosas. Meus ódios são eternos. Meus amores são imensos. Minhas palavras são a minha verdade, realidade, meu mundo, minha esperança, minha vontade, meus pensamentos, minha vida... Eu sou o que sinto e sou meus ideais... eu sou uma construção eterna. Assine via RSS.